domingo, 5 de fevereiro de 2012

Que me seja revelado tudo aquilo que
eu possa compreender e absorver.
 
Mais sei que essa permissão somente se 
dará se eu for merecedor, digno de ingressar
no "Reino do Conhecemento"

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012


Quando 2011 começou, ele era todo seu. Foi colocado em suas mãos... Você podia fazer dele o que quisesse... Era como um Livro em Branco, e nele você podia colocar um poema, um pesadelo, uma blasfêmia, uma oração.  Podia... Hoje não pode mais; já não é seu. É um livro já escrito...

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Encontro entre Tribos


Voltando



Estive meio ausente pois estava focada na comemoração de final de ano aqui do instituto mais agora voltamos a programação normal.
Importante mencionar que o Encontro entre tribos foi uma maravilha. Obrigado meus irmão obrigada Mestre Jesus

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011



CACHIMBO SAGRADO
 
Desde o momento em que a Grande Mulher Novilha de Búfalo Branco apareceu à Nação Sioux, o Cachimbo vem sendo considerado uma Cura Sagrada, partilhada entre os Irmãos e Irmãs da América Nativa. Trata-se de uma forma de oração, que nos permite falar a verdade e curar relacionamentos feridos ou rompidos.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Kambo - A vacina do sapo



A rã verde - Phyllomedusa bicolor, apelidada de sapo Kambô, é a maior espécie do gênero da família Hylidae, encontrada no sul da Amazônia e em todo o território do Acre, podendo ser encontrado também em quase todos os países amazônicos, como as Guianas, Venezuela, Colômbia, Peru e Bolívia. Principalmente no período das chuvas, sob árvores próximas aos igarapés. Onde coaxam por toda noite, anunciando chuva no dia seguinte.


Mas, é na madrugada, que são "colhidos" pelos pajés e xamãs tribais a fim de retirarem sua secreção cutânea, para fazer a "vacina do sapo". 

Historia Kambo

Hay una historia tradicional de la nación Katukina (Acre/Brasil) que habla del origen de esta medicina ancestral de nuestra madre amazonía: 
Hace muchos años entre la nación Katukina se narra que el kampu era un “pajé” (curandero) muy poderoso que murió y se trasformo en ranita. Antes de morir, el dijo:” yo voy ayudar a sanar enfermedades” y así se ha mantenido vivo a través de los años el espíritu del paje vivo en la rana bicolor amazónica.